Novo livro fala sobre como a educação resistiu à censura bolsonarista

A Ação Educativa, por meio do projeto Gênero e Educação, está lançando o livro GÊNERO E EDUCAÇÃO: OFENSIVAS REACIONÁRIAS, RESISTÊNCIAS DEMOCRÁTICAS E ANÚNCIOS PELO DIREITO HUMANO À EDUCAÇÃO, uma coletânea com 20 artigos inéditos dedicados a ampliar a compreensão sobre o fenômeno ultraconservador na educação e refletir sobre diferentes estratégias de resistência da sociedade civil nos últimos anos. 

Os textos abordam a atuação recente da Articulação contra o Ultraconservadorismo na Educação, coordenada pela Ação Educativa e composta por organizações de educação, direitos humanos, feministas, negras, LGBTQIA+, sindicais, acadêmicas, do campo religioso progressista dedicada à incidência contra os ataques crescentes às escolas e às políticas educacionais. A publicação reflete ainda as ações da Rede de Ativistas pela Educação do Fundo Malala no Brasil, que reúne 11 ativistas de organizações apoiadas pelo fundo criado pela Nobel da Paz Malala Yousafzai. O livro, em formato digital, está disponível para download gratuito no link: http://bit.ly/livrogeneroeeducacao2022, além de estar também aqui na nossa seção de Bibliografias e referências acadêmicas.

Nós aqui do PCESP, Fernanda Moura e Renata Aquino, temos dois textos nessa publicação. O primeiro, Breve histórico das leis de censura na educação: Os projetos Escola sem Partido e antigênero (2014-2020), fala sobre a história dos projetos de lei do Escola sem Partido e por eles inspirados e sobre como eles se tornaram um fenômeno político nos últimos anos por terem se transformado em uma plataforma de captura de atenção por aqueles que não tinham pudor de defender censura.

O segundo texto, por sua vez, A articulação pelo homeschooling no Brasil: mais uma face da ofensiva antigênero, contextualiza a agenda do ensino domiciliar / homeschooling mostrando como ela se tornou parte do ecossistema bolsonarista e antigênero, com toda a carga que esse diagnóstico traz. Esperamos que esse texto ajude a mostrar a gravidade do tema e a necessidade dos defensores do direito à educação combaterem esta possibilidade.

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